Guia independente de hostels · atualizado em 2026

Hostels na Argentina: guia mochileiro de 11 destinos

De Buenos Aires a Ushuaia e de Iguaçu à Quebrada de Humahuaca: hostels selecionados em cada destino, com as informações práticas reunidas —ônibus, voos, distâncias, dinheiro e temporadas— para você montar a viagem sem abrir vinte abas.

11destinos com guia próprio
82hostels escolhidos um a um
≈ US$ 8cama em dormitório a partir de

Argentina de mochila: o que esperar

A Argentina oferece ao mochileiro uma variedade difícil de igualar: trilhas que começam a pé saindo do povoado em El Chaltén, refúgios de montanha em Bariloche, o Glaciar Perito Moreno em El Calafate, morros coloridos e altitude na Quebrada de Humahuaca, vinícolas de bicicleta em Mendoza, a selva de Iguaçu e uma capital que se percorre de metrô e a pé. Em quase todos os destinos há hostels com cozinha compartilhada, a forma mais simples de baixar o gasto diário.

O que mais pesa na viagem são as distâncias. De Buenos Aires a Bariloche são uns 1.570 km de estrada e mais de 21 horas de ônibus; para El Calafate não há ônibus direto e a viagem leva quase dois dias com baldeações, contra ≈ 3 h 20 de avião. Os ônibus de longa distância saem para quase todo o país da rodoviária de Retiro e funcionam bem para trechos de uma noite, mas para cruzar da Patagônia ao norte ou a Iguaçu o avião economiza dias inteiros. Os voos domésticos são da Aerolíneas Argentinas e da JetSMART.

O guia está organizado por destino. Em cada um você vai encontrar os hostels selecionados com prós e contras reais, como chegar do aeroporto e da rodoviária, as rotas de ônibus com horários e empresas, o que fazer por conta própria e quando vale a pena ir. Aqui embaixo estão os trechos entre destinos, três roteiros prontos, o que é preciso saber sobre dinheiro e as temporadas por região.

Explore

Guias por destino

Fachadas coloridas de Caminito en La Boca bajo cielo azulBuenos AiresCama a partir de ≈ US$ 14

A porta de entrada de quase todas as viagens e o ponto de partida dos ônibus para a Patagônia, o norte e Cuyo. Hostels em Palermo, San Telmo, no centro e na Recoleta, com metrô para todo lado.

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Cerro nevado sobre lagos y bosques cerca de BarilocheBarilocheCama a partir de ≈ US$ 12

A base mochileira da Patagônia norte, às margens do Nahuel Huapi: de ônibus urbano você chega às trilhas do Refugio Frey, da Laguna Jakob ou do Cerro Campanario e, no inverno, ao Cerro Catedral.

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Frente de hielo del glaciar Perito Moreno sobre el Lago ArgentinoEl CalafateCama a partir de ≈ US$ 10

A porta do Glaciar Perito Moreno, com voos diretos de Buenos Aires e ônibus para El Chaltén e Puerto Natales (Torres del Paine). Cidade pequena, fácil de percorrer a pé e cara para os padrões argentinos.

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Cerro Fitz Roy sobre bosques con colores de otoño en El ChalténEl ChalténCama a partir de ≈ US$ 16

A Capital Nacional do Trekking: as trilhas para a Laguna de los Tres e a Laguna Torre começam a pé, saindo do povoado. Tem um único caixa eletrônico e, no inverno, boa parte do povoado fecha.

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Monte Olivia nevado sobre la costa de UshuaiaUshuaiaCama a partir de ≈ US$ 20

A cidade do fim do mundo, entre os Andes fueguinos e o Canal de Beagle: o Parque Nacional, o Glaciar Martial e a Laguna Esmeralda ficam perto. Dormir e comer sai mais caro do que no norte.

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Hileras de viñedos verdes frente a la cordillera nevada en MendozaMendozaCama a partir de ≈ US$ 10

A capital do vinho e a porta para a cordilheira mais alta da América: vinícolas de Maipú de bicicleta, o Parque Provincial Aconcagua e ônibus para Santiago do Chile pelo Paso Cristo Redentor.

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Ruta entre paredes de roca roja en la Quebrada de las ConchasSaltaCama a partir de ≈ US$ 8

A grande base do Noroeste: centro histórico colonial, peñas na rua Balcarce e ônibus para Cafayate, Cachi, a Quebrada de Humahuaca e San Pedro de Atacama, no Chile.

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Cerros multicolores sobre un pueblo de la Quebrada de HumahuacaQuebrada de HumahuacaCama a partir de ≈ US$ 10

Morros coloridos e povoados pequenos entre 2.300 e 3.000 m, Patrimônio da Humanidade. Com base em Tilcara, os ônibus da RN 9 deixam você em Purmamarca ou Humahuaca em menos de uma hora.

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Cataratas del Iguazú cayendo entre la selva bajo cielo azulPuerto IguazúCama a partir de ≈ US$ 11

A base para as Cataratas do Iguaçu: a entrada do Parque Nacional fica a uns 17 km e dá para cruzar no mesmo dia para o lado brasileiro. Muitos hostels têm piscina, essencial com o calor da selva.

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Camino de montaña serpenteando entre las Sierras de CórdobaCórdoba e Capilla del MonteCama a partir de ≈ US$ 10

Cidade universitária com a Manzana Jesuítica e a noite de Güemes e Nueva Córdoba; a umas 2 h 40 de ônibus, Capilla del Monte, tranquila e barata, ao pé do Cerro Uritorco.

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Lago y montañas con pastizales dorados cerca de San Martín de los AndesSan Martín de los AndesCama a partir de ≈ US$ 22

Cidade pequena às margens do lago Lácar, na ponta norte da Ruta de los Siete Lagos: praias e lancha para Quila Quina no verão, esqui no Cerro Chapelco no inverno e ônibus para Pucón (Chile).

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Os 11 destinos no mapa

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Rotas de mochileiro: ônibus e voos entre destinos

TrechoKmDe ônibusDe avião
Buenos Aires → Córdoba6978 h 15-9 h 45 · Flechabus, General Urquiza, Chevallier e outras · ≈ US$ 29-56≈ 1 h 30 · Aerolíneas e JetSMART
Buenos Aires → Mendoza1.04513 h 25-17 h · Andesmar, CATA, Chevallier e outras · ≈ US$ 84-118≈ 2 h · Aerolíneas e JetSMART
Buenos Aires → Salta1.44721 h 30-25 h · La Veloz del Norte, Flechabus, Balut e outras · ≈ US$ 68-103≈ 2 h 15 · Aerolíneas e JetSMART
Buenos Aires → Puerto Iguazú1.27417-18 h 45 · Crucero del Norte, Río Uruguay e La 20 de Junio · ≈ US$ 31-107≈ 1 h 55 · Aerolíneas e JetSMART
Buenos Aires → Bariloche1.57021-25 h · Chevallier, Vía Bariloche e Vía TAC · ≈ US$ 106-163≈ 2 h 25 · Aerolíneas e JetSMART
Buenos Aires → El Calafate2.551sem ônibus direto: ≈ 42-44 h com baldeações≈ 3 h 20 · Aerolíneas e JetSMART
Buenos Aires → Ushuaia≈ 3.045sem ônibus direto≈ 3 h 40 · Aerolíneas e JetSMART
Bariloche → San Martín de los Andes158-188≈ 3 h 40-3 h 55 · Albus e Vía TAC · ≈ US$ 20-36—
Bariloche → Mendoza1.209-1.241≈ 18 h 30-19 h · Andesmar, CATA e Flecha Bus · ≈ US$ 52-114Aerolíneas e JetSMART
El Calafate → El Chaltén215≈ 3 h · Cal-Tur, Chaltén Travel e TAQSA · ≈ US$ 32-38—
Ushuaia → El Calafate≈ 907≈ 17 h 30 com troca em Río Gallegos · Taqsa/Marga · ≈ US$ 1141 h 20-1 h 45 · Aerolíneas
Mendoza → Salta1.251-1.290≈ 18-20 h · Andesmar, CATA, Flecha Bus, 20 de Junio e outrasAerolíneas e JetSMART
Salta → Tilcara (Quebrada)175-200≈ 3 h 45 · Balut e Andesmar—
Córdoba → Salta850-86612 h 30-14 h · Andesmar, 20 de Junio, Balut, La Veloz del Norte e outras · a partir de ≈ US$ 37Aerolíneas e JetSMART

Roteiros que funcionam

Norte em 2 semanas: Salta, Quebrada e Mendoza

Voe para Salta (≈ 2 h 15 de Buenos Aires) e reserve 4 ou 5 dias para ela: a cidade, Cafayate pela Quebrada de las Conchas e Cachi pela Cuesta del Obispo. Siga de ônibus para Tilcara (≈ 3 h 45 com Balut ou Andesmar) e faça base ali por 4 dias: os ônibus da RN 9 levam você a Purmamarca e Humahuaca e, de quebra, você se aclimata antes de subir ao Hornocal. Volte a Salta e cruze para Mendoza de ônibus (≈ 18-20 h) ou de avião para 3 ou 4 dias de vinícolas de bicicleta e cordilheira; de lá até Buenos Aires são ≈ 2 h de voo ou 13-17 h de ônibus.

Patagônia sul em 12 dias: El Calafate, El Chaltén e Ushuaia

Voe de Buenos Aires para El Calafate (≈ 3 h 20) e pegue o ônibus para El Chaltén no próprio aeroporto: todas as saídas param ali. Fique 4 dias em El Chaltén para ter margem com as nuvens do Fitz Roy, volte a El Calafate (≈ 3 h) e reserve 3 dias para o Glaciar Perito Moreno. De lá, voe para Ushuaia (1 h 20-1 h 45 com a Aerolíneas) para 3 ou 4 dias de Parque Nacional e Canal de Beagle, e volte a Buenos Aires em ≈ 3 h 40.

Clássico em 3 semanas: Buenos Aires, Iguaçu, Bariloche e San Martín de los Andes

Comece com 4 dias em Buenos Aires e pegue o ônibus noturno para Puerto Iguazú (17-18 h 45) ou o voo de ≈ 1 h 55. Com 2 ou 3 dias dá para ver as cataratas: se você voltar ao parque no dia seguinte, a segunda entrada sai pela metade do preço, e dá para cruzar no mesmo dia para o lado brasileiro. Volte a Buenos Aires e voe para Bariloche (≈ 2 h 25) para 5 ou 6 dias de lagos e trilhas; siga de ônibus para San Martín de los Andes (≈ 3 h 40-3 h 55), fique 2 ou 3 dias e volte a Buenos Aires pelo aeroporto Chapelco.

Planeje

Dinheiro, câmbio e burocracia para o mochileiro

1O câmbio não tem mais «blue»

Hoje o dólar oficial, o MEP e o blue estão a menos de 1 % de diferença entre si, então trocar «no blue» já não traz vantagem. Este guia converte a AR$ 1.540 = US$ 1. Evite os «arbolitos» (cambistas de rua) da calle Florida, pelo risco de notas falsas: troque em bancos ou casas de câmbio.

2Cartão estrangeiro

As compras com cartão emitido no exterior são liquidadas pelo câmbio MEP, praticamente igual ao oficial; isso não inclui os saques em caixas eletrônicos. Alguns hostels cobram acréscimo se você pagar com cartão ou aceitam só dinheiro: confirme o preço final e a moeda antes de pagar.

3Hospedagem sem IVA para estrangeiros

Os turistas estrangeiros não pagam os 21 % de IVA na hospedagem, inclusive em hostels registrados, se mostrarem o passaporte e o comprovante de entrada da Migração e pagarem com cartão estrangeiro ou transferência do exterior. Não vale se você pagar em pesos nem com cartão argentino: pergunte ao hostel como ele aplica a isenção antes de pagar.

4Dinheiro vivo e caixas eletrônicos

Muitos hostels do interior cobram só em dinheiro, por exemplo em San Martín de los Andes, Salta, Córdoba, Ushuaia e El Calafate. Os caixas eletrônicos cobram dos cartões estrangeiros até ≈ US$ 10 por saque, com limites baixos, e são escassos: El Chaltén tem um só, que na alta temporada fica sem notas; em El Calafate acontece o mesmo e, na Quebrada, eles esvaziam nos feriados prolongados.

5Western Union

Uma alternativa é enviar dinheiro para você mesmo e sacá-lo em pesos numa agência: há agentes em Bariloche, El Calafate e Puerto Iguazú, entre outros. Some a comissão ao cálculo e não troque nos escritórios de Ezeiza e Aeroparque, onde a taxa é menos favorável.

6SUBE e transporte urbano

O cartão SUBE serve para ônibus e metrô em Buenos Aires e em várias cidades do interior; em Bariloche os ônibus não aceitam dinheiro. No metrô de Buenos Aires, em Mendoza, Córdoba e San Martín de los Andes você também pode pagar com cartão por aproximação, e Salta usa seu próprio cartão, o SAETA. Em Buenos Aires, o metrô custa ≈ US$ 1,20 com SUBE registrado e ≈ US$ 1,65 sem registro.

7Segurança: o que dizem os alertas oficiais

Os governos britânico e canadense pedem cuidado em Buenos Aires com os furtos de celular, os assaltos de moto e o golpe da «mancha de mostarda», sobretudo na rodoviária de Retiro, na calle Florida, em San Telmo, Palermo e La Boca, onde é melhor não sair do Caminito. Em Ezeiza pegue só táxis oficiais e, na cidade, radiotáxi em vez de táxis da rua.

Apps para se locomover: Uber, Cabify, DiDi e BA Taxi

Nas cidades grandes (Buenos Aires, Córdoba, Mendoza, Salta e Bariloche) os apps de transporte funcionam e costumam sair mais baratos que o táxi do aeroporto; no sul da Patagônia, na Quebrada, em Iguazú e em San Martín de los Andes quase não existem, e lá se usa remís (carro com motorista), táxi ou ônibus. Estes são os apps que funcionam na Argentina, com seus links oficiais.

Uber

O mais usado do país: Buenos Aires, Córdoba, Mendoza, Salta e Bariloche. Aceita cartão, dinheiro e Mercado Pago, e a mesma conta que você usa no seu país funciona aqui.

Cabify

Forte em Buenos Aires; também em Córdoba, Mendoza e Bariloche. Dinheiro só em Buenos Aires, Rosario, Mendoza e Córdoba; para criar a conta, pede telefone e e-mail.

DiDi

Funciona em Buenos Aires, Córdoba, Salta, Bariloche e outras cidades (não em Mendoza). O pagamento é com cartão ou em dinheiro.

BA Taxi

O app oficial dos táxis da Cidade de Buenos Aires: estima a tarifa pela tabela oficial, mostra a placa e o motorista, e o pagamento é com cartão ou Mercado Pago. Funciona dentro da Capital (inclui Aeroparque, não Ezeiza).

1Pague em pesos

Os apps mostram o preço em pesos argentinos. Se, ao pagar com um cartão estrangeiro, oferecerem cobrar na sua moeda, os guias de viagem recomendam escolher pesos.

2Internet no celular

Para chamar o carro você precisa de internet: um chip pré-pago da Personal, Claro ou Movistar (ativado com passaporte) ou um eSIM. A Cabify pede telefone e e-mail para criar a conta.

3Dinheiro vale

Uber e DiDi aceitam dinheiro na Argentina; a Cabify, só em Buenos Aires, Rosario, Mendoza e Córdoba (e nunca nas reservas antecipadas).

4Confira o carro

Antes de entrar, confira placa, modelo e foto do motorista. Os três apps permitem compartilhar a viagem ao vivo e têm botão de emergência; a Cabify ainda tem um PIN de 4 dígitos.

5Ezeiza: onde pegar o carro

A Cabify fica no portão I, no fundo do antigo terminal A; Uber e DiDi, na baia em frente, atravessando a rua. A Uber informa uma média de ≈ US$ 20 até a cidade; o táxi oficial cobra ≈ US$ 32 no balcão (≈ US$ 23 reservando pelo site).

6Onde não há apps

Em El Calafate, El Chaltén, Ushuaia, na Quebrada, em Iguazú e em San Martín de los Andes os apps não operam ou não estão autorizados: conte com o remís ou o táxi do aeroporto, os shuttles ou o ônibus (cada guia explica).

Quando ir a cada região

RegiãoMelhor épocaAtenção com
Patagônia sul (El Calafate, El Chaltén, Ushuaia)nov-marÉ a época com mais ônibus e voos, com dias de 16 a 17 horas de luz; hostels e ônibus lotam, então convém reservar. O vento sopra forte de outubro a fevereiro. De maio a setembro fecha a maioria do comércio de El Chaltén e os ônibus a partir de El Calafate caem para uns 2 por dia; Ushuaia tem uma segunda temporada no inverno, com o esqui do Cerro Castor.
Patagônia norte (Bariloche, San Martín de los Andes)dez-mar e jul-agoHá duas altas temporadas: a de trekking, com os refúgios Frey e Otto Meiling abertos de dezembro a abril e o clima mais seco do ano, e a de neve, com o Cerro Catedral e o Chapelco. Maio e junho são os meses mais chuvosos. No inverno a Ruta de los Siete Lagos pode ter bloqueios por nevascas e exigir correntes, e de junho a janeiro as viagens de formatura lotam o centro de Bariloche.
Cuyo (Mendoza)abr-mai e out-novSão meses amenos e com pouca chuva; de dezembro a fevereiro as máximas ficam em 31-33 °C e os hostels abrem a piscina. O trekking de um dia até Confluencia, no Aconcágua, funciona de 15/11 a 10/4. No inverno o Paso Cristo Redentor para o Chile tem horário reduzido e fecha por neve ou gelo.
Noroeste (Salta e Quebrada de Humahuaca)abr-mai e set-outSeco e com dias amenos: o melhor momento para a Puna, o Hornocal e as caminhadas. De dezembro a março chove forte (em Salta, 197 mm em janeiro), embora seja quando acontece o Carnaval de Tilcara, com hostels que lotam e sobem os preços. Julho, com as férias de inverno, traz muita procura por ônibus e noites abaixo de zero em Humahuaca.
Litoral (Puerto Iguazú)mar-mai e set-novTemperaturas mais suportáveis (máximas de 24-30 °C), embora outubro seja o mês mais chuvoso. No verão faz 31-32 °C com muita umidade e as quedas têm mais água; julho, janeiro, fevereiro e os feriados prolongados são alta temporada. O parque abre todos os dias do ano, mas as cheias podem fechar a Garganta do Diabo, como aconteceu em agosto e setembro de 2026.
Buenos Aires e Córdobamar-mai e set-novEm Buenos Aires o verão é quente (máximas de 29-30 °C) e o inverno fresco (15-16 °C); outono e primavera são amenos para caminhar pela cidade. Nas serras de Córdoba, janeiro e fevereiro são a alta temporada e a mais chuvosa, com tempestades; de maio a agosto é seco e com noites frias. Para caminhar em Capilla del Monte, os melhores meses são março-abril e setembro-novembro.

Planeje o resto da viagem

Passeios na Argentina

Navegações diante das geleiras, as Cataratas, vinícolas de bicicleta e a Quebrada: as atividades mais reservadas do país.

Perguntas frequentes

Quanto custa uma cama em hostel na Argentina?
Depende do destino e da temporada. El Calafate, El Chaltén e Ushuaia são caros para os padrões argentinos, e em Ushuaia dormir e comer sai mais caro do que no norte. Em cada guia aparece a tarifa da cama em dormitório de cada hostel, em US$. Para economizar, escolha hostels com cozinha e, se você vem de fora, pague com cartão estrangeiro para evitar os 21 % de IVA.
Vale mais a pena viajar de ônibus ou de avião?
Para trechos de uma noite, como Buenos Aires–Córdoba (8 h 15-9 h 45) ou Buenos Aires–Mendoza (13-17 h), o ônibus noturno é confortável e economiza uma noite de hostel. Nas distâncias longas o avião ganha: Buenos Aires–Bariloche são 21-25 h de ônibus contra ≈ 2 h 25 de voo, e para El Calafate ou Ushuaia não há ônibus direto. Os voos domésticos são da Aerolíneas Argentinas e da JetSMART.
É preciso reservar o hostel com antecedência?
Na alta temporada, sim. Em Ushuaia a ocupação hoteleira passa de 90 % em janeiro e fevereiro, em El Chaltén hostels e ônibus lotam de dezembro a março e em Tilcara o Carnaval enche os hostels. Reserve também os refúgios e acampamentos de montanha e avise seu horário de chegada: muitos hostels encerram o check-in entre 22 h e meia-noite.
Preciso levar dinheiro vivo?
Sim. Muitos hostels do interior cobram só em dinheiro, e em lugares como El Chaltén, com um único caixa eletrônico, ou a Quebrada de Humahuaca, os caixas ficam sem notas na alta temporada ou nos feriados prolongados. Leve pesos da cidade anterior. Atenção ao contrário: a entrada do Parque Nacional em El Chaltén se paga só com cartão, online ou por QR.
É seguro viajar como mochileiro pela Argentina?
Os alertas oficiais de viagem se concentram em Buenos Aires: furtos de celular, assaltos de moto e o golpe da «mancha de mostarda», com cuidado especial na rodoviária de Retiro, na calle Florida, em San Telmo e em La Boca fora do Caminito. O Canadá pede um alto grau de precaução na região metropolitana. Leve cadeado para o armário, guarde o celular na rua e use táxis oficiais ou radiotáxi.
Qual é a melhor época para uma viagem mochileira pela Argentina?
Depende da região. A Patagônia sul se aproveita de novembro a março; Bariloche e San Martín de los Andes têm trekking no verão e esqui no inverno; o Noroeste vale mais no outono e na primavera, longe das chuvas de dezembro a março; Iguaçu e Mendoza são mais suportáveis fora do verão. Se você quer percorrer várias regiões, outubro e novembro caem na média temporada em quase todas.
Transparência: este é um guia independente; não somos o site oficial de nenhum hostel. Se você reservar pelos nossos links, podemos receber uma comissão, sem custo extra para você.